11 comentários para “A inteligência vista por dois ângulos BEM diferentes

  1. Pior é ver professor de educação básica no início do ano querendo determinar se o aluno aprende ou não. Como não aprende??

    Esse ano mesmo recebi uma menina com esse triste diagnóstico: não se alfabetizaria. Está no quarto ano e frequenta o primeiro ano comigo e está se alfabetizando, lendo sílabas simples e escrevendo de forma alfabética. Não acredito que eu seja um gênio de professora, apenas acreditei na menina e disse isso claramente a ela, permiti que ela aprendesse.

    Ouço tanto isso de ele não vai aprender mesmo na escola que sinto muita, muita vontade de sair correndo…

    • Ana disse:

      Essa é uma realidade mesmo, Rosana. E muito triste, porque deixa as crianças “orfãs” dentro da sala. Aliás, isso é fruto da nossa visão ocidental de inteligência fixa.
      Parabéns pelo seu resultado. Acredito nele, e vi acontecer. Eu tenho uma irmã deficiente auditiva que foi criança muito antes de salas inclusivas virarem “moda”. Ela foi alfabetizada em uma turma normal, na idade normal, por uma professora que aceitou o desafio, foi lá e fez. Infelizmente, depois da alfabetização as demais professoras começaram a colocá-la para copiar as respostas de alguma coleguinha, e ela acabou tendo que ir para uma escola especial, porque não conseguia aprender mais nada. Agora eu pergunto, se o mais difícil, que era se alfabetizar, ela tinha feito junto com todo mundo, como não poderia aprender o resto? Incompetência e/ou má-vontade dos professores, na minha opinião… :(

  2. Matheus Borges disse:

    Eu fui assim!
    Até o momento em que recebi um conselho do meu irmão.

    PARA QUEM ESTUDA = A RECOMPENSA É O DINHEIRO
    E PARA QUEM NÃO ESTUDA = O QUE RESTA É O DESTINO

    isso me fez entrar em reflexão por um bom tempo.
    o que seria o destino. o destino pode ser bom, quando a pessoa tem uma característica que a destaque dentro da sociedade; exemplo: um jogador de futebol, um cantor famoso, etc…

    e o destino ruim os subempregos, trocador de ônibus, motorista, faxineiro, e por ai vai.
    cada um faz as suas escolhas cabe a você decidir qual irá fazer.
    você tem que ter um objetivo e seguir adiante sem se preocupar com o que vão achar de você,
    procurar ouvir conselhos para o sucesso, quem aprende a escutar mais e falar menos tem o melhor desempenho.

    • Ana disse:

      Muito sábio o seu irmão, Matheus!!
      Que bom que você deu ouvidos à ele! :)
      Abraço,
      Ana

  3. Ana, tudo certinho?

    Primeiro queria te agradecer pelo ótimo conteúdo.

    Em segundo lugar, eu acredito muito que quando “entendemos” que o poder de mudar está em nossas mãos, conseguimos tirar forças para fazer melhor.

    Geralmente, pessoas que colocam a culpa em outras, não saem do lugar e não conseguem progredir nunca. Enquanto aquelas que tropeçam e tentam melhorar, entram num processo de melhoria contínua, até atingir o objetivo proposto.

    Abração.

    • Ana disse:

      Oi, Clayton,
      Obrigada pelos elogios! :)
      Também concordo com você, esse negócio de culpabilizar os outros ou as circunstâncias não leva a lugar nenhum mesmo. Aprendi MUITO sobre isso no Empretec. ;)
      Abraço,
      Ana

  4. Pingback: E este menino? Aprende? #vinanet

  5. Edmar disse:

    Ana,

    Se ainda não viu, confira o documentário “O oriente e o ocidente”, exibido pela TV Escola (http://tvescola.mec.gov.br/index.php?option=com_zoo&view=item&item_id=5189). São discutidas as diferenças entre a mentalidade ocidental e a oriental em relação à vários aspectos da vida humana, como perceção espacial e formal, comportamento individual, educação dos filhos, etc.

    Abraço,

    • Ana disse:

      Oi, Edmar, obrigada pela indicação, já tenho um programa legal para o fim de semana! ;)
      Abraços,
      Ana

  6. Olá Ana!

    Fiquei triste em saber que não temos um tipo de inteligencia no vídeo que você enviou anteriormente, em que comentei rs.

    Também concordo (apesar de pensar que eles eram mais inteligentes quando criança) que os orientais não são mais inteligentes, na verdade são mais disciplinados.Na minha opinião não existe pessoa burra e sim preguiçosa,então todos temos a mesma chance de aprender o que “quisermos”.

    Concordo com eles que temos que estudar muito para ficarmos mais “inteligentes”.

    Abraços!

    • Ana disse:

      Oi Rafael,
      Eu acredito que “Preguiçosa” nesse contexto também pode ser sinônimo de mal-estimulada ou até de traumatizada. ;) Se a pessoa não acredita que consegue aprender as coisas, porque teve um histórico de dificuldades e fracassos no sistema escolar, fica difícil reunir forças para tentar mais uma vez, né?
      O negócio de estudar é autoalimentado. Se vc começa no nível certo e consegue um sucesso, fica mais animado para o próximo desafio. E assim a auto-confiança vai crescendo sempre.
      Abração,
      Ana

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